Grande viagem? Grandes motos! – Parte 3: as naked


A palavra naked (“nua”, em inglês) há algum tempo ganhou lugar fixo – e de grande destaque! – no mundo das motocicletas. Definição? Motos essenciais com motor bem à vista entre o par de rodas, banco, tanque e guidão. Enfim, a moto como ela nasceu há mais de cem anos atrás. Seria simples se fosse apenas isso mesmo... no entanto as naked tem bem mais ingredientes em sua receita de sucesso do que uma mera essencialidade de formas.

O grosso de charme está no minimalismo visual, no expor escancaradamente a mecânica. Mas, no pacote de toda naked de sucesso, vem junto características mais desejáveis do que a simples exibição das entranhas ou a elegância das formas mínimas aliada a um comportamento ágil, arisco até, e sempre muito divertido, e sobretudo versátil.

Dá para viajar com uma naked moderna? Ô se dá! As naked fazem sucesso entre quem gosta de acelerar forte e também entre os que querem uma moto múltipla, que seja fácil de usar e no dia a dia e que, quando necessário, possa encarar bons quilômetros em rodovia.

Uma das mais recentes motos destes segmentos lançados no Brasil é a Honda CB 1000R, representante do inovador conceito Neo Sports Café que, em síntese, é um mix de alta tecnologia com visual que remete às streetfighters sem, todavia, descambar para o estilo retrô.